31.12.08

Um dia acontece, a gente tem que crescer…

Aqui estou na difícil missão de levar a você 
Uma mensagem que possa ser 
Como uma luz ou um mantra, nós não somos mais crianças 
Um dia acontece, a gente tem que crescer 
 
Temos que encarar a responsa 
Eu não deixei de achar graça nas coisas 
Simplesmente hoje eu quero ser levado a sério 
As coisas mudam sempre mas a vida não é só como eu espero 
 
Existe um dom natural que todos temos 
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos 
Mas se for pra falar de algo bom 
Eu sempre vou lembrar de você 
 
Difícil não lembrar do que nunca se esqueceu 
Fácil perceber que seu amor é meu 
Difícil não lembrar do que nunca esqueceu 
Fácil perceber que meu amor é seu 
 
Eu quero estar amanhã ao seu lado quando você acordar 
Eu quero estar amanhã sossegado e continuar a te amar 
Eu quero um sonho realizado, uma criança com seu olhar 
Eu quero estar sempre ao seu lado, você me traz paz 
 
Armadilhas do tempo são como o vento 
Levando as folhas para lugares distantes, 
O meu pensamento é o mesmo que o seu 
Mas hoje meu coração bate mais forte que antes 
 
Certa vez na história,  
Eu vim de muito longe só pra ver você, 
Fui pra muito longe pra encontrar você, 
Eu te entreguei minha alma. 
 

Peguei o MP3 da Bia emprestado.. tinha essa música… simplesmente me apaixonei!

Muito minha cara!!!

Um dia acontece, a gente tem que crescer, temos que encarar a responsa, mas espero não deixar de achar graça nas coisas (como já disse em posts anteriores!)

Hoje estou na fase de ser levada a sério, de me impor um pouco mais no mundo em que estou inserida. A vida não é só como eu espero, destarte, tenho que correr em busca do meu lugar ao sol, embora ainda ache que a sombra é mais confortável!rs

Nossas escolhas nos apontam o caminho por onde iremos passar.

Mas sempre que tiver que lembrar de algo bom, terei pessoas maravilhosas que conheci na vida, das quais lembrarei com um sorriso no rosto! 

cristhiana_ao    21:08 — Arquivado em: Sem categoria


2008 . . . The End

 

2008

 

Vou fazer o balanço do ano, vamos ver o que sai!

 

Esse ano perdi o juízo, literalmente. Arranquei três dentes do siso, o quarto não vai nascer. Ou seja, mesmo se eu quisesse nunca teria o “juízo completo”.

Tirando os transtornos que esses três dentes me causaram…

 

Foi um ano positivo pelo lado sentimental. Confuso, eu diria, mas… surpreendente. Cresci pra caramba, embaixo de lágrimas, muitas vezes, mas, o importante, às vezes, é o resultado final. Isso, nesse caso ainda não tenho. Mas posso adiantar que a história com o coração, tem me ensinado muitas coisas. Tive chances de falar tudo o que eu queria, mas, no entanto, me calei. Em partes me arrependo, por outro lado, quero acreditar que é melhor assim. Que não chegou o tempo de esclarecer todos os pontos. Gosto demais do coração, quero muito ser feliz e vê-lo feliz, mas às vezes acho que será melhor se isso não acontecer na mesma história.

 

Meus pais, meus irmãos, meus avós, meus primos graças a Deus estão com saúde, continuam nas mesmas maluquices de sempre, mas continuam fofos… impossível não amá-los!

 

A faculdade foi tudo bem, estou amando o curso, emboras muitas vezes seja difícil saber como será o amanhã, estou fazendo de tudo para que, no que depender de mim, seja o mais esplendoroso possível. Foi um ano cansativo, muitas vezes me vi desanimada dormindo na biblioteca, ou recortando colas para as provas. Mas no fim, tudo deu certo, boas notas, boas amizades. Conheci pessoas incríveis esse ano, como o Edison…

Já aprendi que os amigos não são eternos ao nosso lado, mas podem ser inesquecíveis em nossas lembranças. Tenho a certeza que sempre que lembrar dessa capitão estranho, minha alma vai sorrir. Passamos bons momentos, que certamente, será lembrado por ele com o mesmo carinho.

Me aproximei ainda mais da Denise, que foi formidável, nas parcerias, nas provas, nas conversas, nas histórias, nos conselhos, nas broncas…

A Delaine, nas lágrimas… na verdade, talvez tenha me decepcionado um pouco com ela, é difícil se adaptar ao gênio de outras pessoas, o meu e o dela muitas vezes bate de frente, mas não posso deixar de gostar dela por divergências, é uma pessoas incrível… seja lá o que essa palavra significa realmente.

 

No serviço foi um ano punk… cruel!!

Nem tudo é o que parece ser. Esse ano pude entender bem essa frase. Desentendimentos, mágoas, vontade de enforcar em alguns momentos. Mas… serenidade acima de tudo! Minha educação não depende da sua. Sou educada sempre! Sempre que me é conveniente.

Às vezes é difícil ser a luz que não cansa de brilhar no meio das trevas!

A sorte é que tive a Cibele do meu lado… a Belinha e a Angélica ao meu lado. Dizem que amigos são irmãos que Deus permite que escolhamos. Adoro essa frase. É sincera. Acho que Deus também escolheu essas duas garotas, falo isso porque se a oportunidade de escolher estivesse em meu poder, talvez não conseguisse escolher tão bem. São dois presentes valiosíssimos que Deus me deu para me ajudar na minha caminhada. Quantas lágrimas, quantas tristezas, quantas dúvidas… por outro lado, quanto ombro amigo, quanto consolo… elas me ajudaram em todos os momentos.

 

O Daniel, que sempre está ao meu lado, quer dizer, do outro lado do computador, lendo minhas neuroses, brincando comigo, fazendo com que o meu dia seja mais alegre. Em todos os emails trocados, me convenço, que nem sempre os anjos tem asa. Alguns são muito atípicos, ele é um deles!Mas… é fácil amar o que é igual, mas difícil amar o que é diferente. Eu aprendi a amar o diferente também!

 

Esse ano tive a oportunidade de ser guardiã de dois grandes segredos. Nunca haviam me confiando duas informações tão graves e tão grandes. Mas, tentei não desapontar – acho que consegui.

 

Foi um ano de muitas revelações, algumas chocantes. Aprendi a olhar através de um olhar. Nem sempre um tudo bem, significa que realmente está tudo bem.

 

Vi a transformação de dois “garotos” em homens, com problemas próprios, mas com o mesmo carinho de quando os conheci. E me perguntei… onde falhei por não ter ajudado? Por não ter reconhecido o problema? Por não estar ao lado deles quando precisavam de uma mão amiga e não conseguiram pedir apoio?

 

Me martirizei muito pensando nisso, e cheguei a conclusão que eu estava ali o tempo inteiro. Mas muitas vezes é necessário conhecer o amargo para dar valor ao doce. Peguei um pouco desse doce, do doce da vida, e coloquei nas duas bocas. Essa é minha função. Escutar que a vida muitas vezes é amarga, mas mostrar que se quisermos fazê-la dela um doce, está em nosso poder.

 

Não julguei, não joguei pedras. Sentei e escutei. Escutei. Escutei. Tive vontade de murmurar, responder, brigar, bater na bunda… mas… são dois adultos. Não iria adiantar. Fiz o meu papel de amiga, talvez poderia ter feito mais, mas não sei como. Fiz o que eu pude. E sempre farei o que puder para ver as pessoas que eu amo felizes.

 

Mas sempre bate o medo. Devo contar para a mãe deles. Como devo fazer. Se me confiam um problema para que eu não conte para ninguém me parece injusto espalhar o problema. Por outro lado, tinha medo que acontecesse alguma coisa, e pensar: se eu tivesse dedurado, talvez não chegasse a esse estado.

 

Um dos problemas de fato estourou, meu amigo contou tudo aos pais dele – exceto uma parte, que será sempre segredo – não sei ainda como isso vai acabar, mas tenho plena consciência que cada um trilha o seu caminho.

 

Já a outra história está apenas começando… como é complexa a mente humana!

 

 

cristhiana_ao    21:06 — Arquivado em: Sem categoria


Atrasados… antes que termine o ano!!!

 

Eu sei que a gente se acostuma.

Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra

vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se

acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se

acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as

cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à

medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a

amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus

porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já

é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e

dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a

janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos

e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não

acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz,

aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente

se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não

posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A

ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a

pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o

dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila

para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada

vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais

dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas

e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao

cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido,

desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao

choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às

bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À

lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não

colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses

pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um

ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente

senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está

contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o

trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se

no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e

ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para

não se ralar na aspereza, para preservar a pele.

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da

faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

 

 

 

Peguei esse texto em algum site, não me lembro bem qual.

E refletindo sobre as palavras escritas, que li ainda há pouco, tive

que concordar com o texto. Com o tempo vamos nos acostumando com

coisas que a princípio deveria nos espantar, mas com o tempo, vamos

aceitando tantas coisas pequenas que aparentemente não tem tanta

importância, mas que com o tempo, vão fazendo a vida ficar mais

pesarosa, diria que transforma a nossa vida num circo de espantos e os

nossos olhos se habituam a ver o circo pegando fogo! Confuso o

pensamento, mas é isso mesmo!

 

Natal chegando, final de ano também! Esse ano seguramente passou muito

rápido para mim!

 

Embora não comemore o Natal, fui ver as decorações de Natal de São

Paulo. Como a minha cidade é bonita! Tudo enfeitado, pessoas bonitas

observando as iluminações. Famílias se divertindo em programa familiar

- afinal, quem não lembra da infância tirando fotos com o Papai Noel

ou em frente alguma árvore?

 

Os bancos da Paulista decorados, o Teatro Municipal, os monumentos, o

Parque do Ibirapuera com o show das águas, o Parque do Trianom, a

maior árvore da cidade que também fica no Ibirapuera… tudo muito

encantador aos olhos!

 

Por outro lado senti um vazio gigantesco ao ponderar as diferenças

econômicas dos habitantes da Terra da Garoa. Tudo é muito discrepante!

Próximo ao luxo, pode-se constatar a miséria em que muitos vivem, uma

condição deplorável.

 

Ah… nessas duas últimas semanas encontrei amigos queridos, que moram

no meu coração, com participação ativa na minha vida, embora nunca

estejam presentes fisicamente… mas “quem foi que disse que pra estar

junto é preciso estar perto?”… pude abraçar, beijar, dar petelecos, rir… tudo muito bom!

 

Depois, é lógico, que farei o balanço do ano… queria mesmo postar esse texto!

cristhiana_ao    21:04 — Arquivado em: Sem categoria


14.12.08

Saudade

Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já…

Saudade é amar um passado
que ainda não passou,
é recusar um presente que
nos machuca, é não ver o futuro
que nos convida…

Saudade é sentir que existe
o que não existe mais…

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam…

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
”aquela que nunca amou.”
E esse é o maior dos sofrimentos:

Não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido…

Pablo Neruda

 

 

 

 

Ganhei esse texto do Everton, o mineirinho que me tirou no amigo secreto da comunidade do Pequeno Príncipe! Além da amizade maravilhosa, das poesias, das mensagens de bom dia que me alegravam e de ter me cativado, o lindo ainda mandou dois livros e dois cds, incríveis!

 

Como jah falamos, já que cativar significa criar laços e somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos, tenho um laço gigantesco, e alguém que me lembra que o amor é belo por causa de uma flor que não se vê!

cristhiana_ao    22:35 — Arquivado em: Sem categoria


7.12.08

SEJA UM IDIOTA

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações,dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!

Ria dos próprios defeitos.

E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias,inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo,sincronia, mas pela ausência de idiotice.

Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz quevocê não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não. Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva.

Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.

Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante,chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

cristhiana_ao    0:52 — Arquivado em: Sem categoria


Ele sabe como me deixar quieta…

Que meleca….. só entro em encrenca ultimamente…

Como sempre, estou escrevendo pra tentar pensar, porque já pensei, pensei, pensei e não cheguei e a nenhuma conclusão, porque sou tão burrinha?

Sabe o que eu queria? Às vezes queria que voltasse o tempo, no dia 27/10/07, acho que não iniciaria todo esse processo que já conheço muito bem…

E o pior nem é isso… é o medo de ter tudo isso perdido, é o medo do tudo ou nada! Tenho medo que uma hora ele fale: Coração, ou é ou não é! Ou estamos juntos ou não te quero na minha vida de jeito nenhum! Nada me faria sofrer tanto! Ele é o amigo que "faz falta como amigo mesmo".

Aprendi a gostar dele a medida que fui o conhecendo, o jeito carinhoso sempre me encantou, a paciência, o apoio em todos os momentos

Como  "eu" já me disse anteriormente e fico repetindo desde então: beijos não são contratos! Eu curto o momento e deixo tudo no baú das boas lembranças. Ele já falaria algo diferente, ele diz que eu pego os sentimentos, coloco em gavetas e só retiro quando me convém. De certa forma, ambos estamos corretos.

Conversei ontem com a Cida, olha só o que ela me escreveu:
"miga vc sabe que ele gosta de vc ..e é vc que não gosta dele..então pq ilude o garoto? No começo e bom ficar e bom ter carinho de alguém q gostamos pelo menos um pouco, mas vc não tem q pensar em vc..pq seus gostos v c já sabe, acho que vc tinha agora é q pensar nele. Como ele ta se sentindo e o que ele ta esperando de você. Pense nisso… Ai cris complicadíssimo isso … por mais q eu fale fale e fale com vc ..sei q quando á química ou um carinho é difícil não ficar"

Me senti mal de ler isso. Será que estou fazendo mal para ele? Eu estou mal com isso. Mas na hora, ambos parecemos estar muito bem, até resolvidos, eu diria. Tanto que nenhum de nós dois conversamos sobre isso, simplesmente vivemos o momento. É feio falar isso, mas é verdade! Quando estou com ele não consigo imaginar um futuro, só o momento. E são momentos bem legais, a hora parece que não passa e ao mesmo tempo passa rapidinho. Não vejo isso como uma forma de iludir, ele não é criança e eu nunca prometi nada… O ruim é que eu sei como começa e quando termina todos os dias que estamos juntos, por enquanto! Mas daí vem a pergunta: até quando essas perspectivas?

A Cida já deu o prognóstico:
"Vc já sabe do começo, do meio e do fim…. Se isso não virar um namoro serio …vai ficar nesse chove e não molha pra sempre…ate que haja magoa e acabe..a amizade pode ate continuar mas como a minha e do dani. Entre tapas e beijos e ódio é desejo e loucura um casal que não se assume q se ama vivi nessa doisisse..se magoando, mas nunca consegue vivier sem o outro, e olha pq eu to te dizendo isso…"
Tudo bem… o caso da Cida é bem diferente do meu, mas… tem suas semelhanças, confesso!

Teve uma hora que estávamos juntos, que eu falei pra ele que tinha comentado algo que ele me disse (um testemunho) com uma amiga, daí ele sorriu e perguntou se eu comento/se lembro dele quando ele está longe. Falei que lembro de algumas coisas que conversamos, perguntei se ele lembrava ao menos de uma palavra que eu já havia falado pra ele, a primeira coisa que ele respondeu foi da Maracujina - depois explico - ele disse que lembrava de palavras, de frases, mas que lembrava também de quando eu ficava quieta… eu disse que ele estava mentindo, porque são raros os momentos que eu ficava quieta, daí ele disse: olha só como eu consigo… beijos… disso eu também lembro quando você não está comigo. Daí eu até brinquei: ahhh… então você não gosta de me ver falando?? Ele disse que gosta dos dois lados, mas de formas diferentes òÓ… daí ele perguntou porque eu estava quieta, só respondi que ele sabia como me deixar quieta! Demos umas risadas… beijos!

Ele pediu água, fui na cozinha e falei pra ele ir beber lá… ele foi atrás de mim, e "deu sofá" na cozinha.. ele tava impossível… e eu carente!! É foda! Na hora não pensei em nada, senti medo no começo, mas quando acostumamos com o "aconchego", começamos a pensar que estamos seguros… Como eu escrevi na mensagem do 01º dia após o 01º beijo.. ao lado dele me sinto segura, queria que nunca acabasse a nossa amizade…

Até lembrei da primeira vez que nós ficamos, estávamos nos sofá, e quando levantamos para ir embora, ele me puxou e me beijou em frente o barzinho… dessa vez foi na cozinha depois que saímos do sofá, beijos, abraços, mordidas, cochichos, carinhos, olhares, … ui ui, tão bom, neh! Dessa vez foi tudo mais "adulto", difícil de explicar, mas especial demais! Parecia que ele tinha pressa, mas não qualquer pressa, a pressa de quem espera, de quem deseja… tá ficando estranho…rsrs…

cristhiana_ao    0:20 — Arquivado em: Sem categoria


20.11.08

Foi escrito em 31/10… quase um mês depois…

Vamos lá…

Esse mês tenho sido uma boa garota e tenho atualizado esse pedacinho do meu mundo…

A necessidade de escrever tem se feito presente ultimamente e o apoio de um amigo específico, o grande Luquinhas, tem me incentivado.
Não sei se conseguirei um dia voltar a escrever com tanta frequência, como antigamente, pois afinal, o tempo passa e os compromissos acabam nos afastando sutilmente, ou não, das coisas que gostamos.

Semana passada foi aniversário do Luquinhas.
Estranho… nunca vi "pessoalmente" esse garoto, mas ele faz parte do meu mundo, da minha vida. Já o vi uma vez no programa do Serginho Groissman - Altas Horas, e pela net, mas o carinho é de quem cresceu junto.

Bem, posso não ter crescido fisicamente ao lado dele, vendo o desenvolver físico. Peguei ele "quase pronto", mas no entanto, acompanhei o crescimento dele em outros sentidos, como o amadurecimento de idéias, sonhos e ideais.

Daí a pergunta: o que é a idade física quando a psicológica não acompanha?

Quando desejei as felicitações inerentes à data, pensei nisso, mesmo que rapidamente.

As pessoas nos felicitam por sermos adultos, pela excelente carreira profissional, pela sólida base cultural, por um bom curriculum…

Mas ninguém nos felicita quando percebe que embora estejamos num corpo adulto, ainda conservamos o lado criança, que se encanta com a chuva, que brinca com um amigo e sente a falta dele, que sorri para um estranho e que não se intimida de falar aquilo que realmente acha correto!

Isso me parece injusto!
Quando crescemos abandonamos a capacidade de encantar com as coisas como se fosse a primeira vez.

Um bebê, durante os primeiros anos de vida, cada vez que vê um cachorro, demonstra uma alegria imensa. Como se aquele fosse um ser mágico, que sempre a encanta com seus gracejos. Aponta e emite sons infantis, demonstrando sua alegria. É lastimável perceber que com 20 anos ele passa pela rua, vê um cachorrinho esperando para brincar, para ser acariciado, mas está tão envolvido no "mundo adulto" quem nem um cafuné faz no bichano.

Cadê a sua capacidade de se encantar?
Cadê a sua capacidade de se distrair com pequenos motivos?

Perdeu-se no tempo…

O cachorro, que ele tanto pediu ao pai, não vai ser a primeira coisa a comprar com seu primeiro salário. É melhor um notebook, ou um celular…

Porquê?

Porque esses tem botão de on/off… é só ligar e desligar, não é preciso entregar-se, dedicar-se, demonstrar sentimentos. E outra, qual adulto investe em um cachorro???

É… o cachorro entrou na história só para tentar entender o encanto perdido, a elencação das prioridades e a materialização do mundo adulto que insiste em entrar na nossa vida a medida que crescemos..

Acredito que seja possível ser adulta, mas conservando os sonhos, os ideais…

No blog do Luquinhas, diz algo assim: qualquer caminho serve quando não se tem um sonho…

Eu tenho sonhos… não quero andar por qualquer caminho… insisto que andarei no caminho da felicidade.

Eu prefiro morrer do que perder a vida.

Essa frase soa um pouco estranho. Morrer não significa perder a vida?
Para mim não.

Morrer é a morte do corpo físico.
Quantas pessoas tem vida e saúde nos corpo físico, mas não tem vida, não tem sonhos, não tem anseios, não tem projetos, não tem um motivo real para respirar…

Eu amo viver!
E ainda me encanto comigo mesma ao perceber que consegui brincar com um cachorro, mesmo já tendo-o visto diversas vezes!

O que desejei para o Luquinhas, também desejarei para mim… que eu nunca seja tão adulta a ponto de perder a Cris criança, que se encanta com pequenos detalhes, que sorri, que é alegre, que sonha… e acredita que um dia, grande parte de tudo irá se concretizar.

Me lembrei agora a música do John Lennon… "Imagine"…

cristhiana_ao    16:05 — Arquivado em: Sem categoria


28.10.08

27/10/08

Acho que estou na fase “menina”… rsrsrs…

Vários garotos dando mole… uhu… pena que não estou a fim de muita farra ultimamente!

Depois do garoto do bus, já apareceram dois!rsrs… olha… olha… até que enfim a gata borralheira está tendo seu lugar de fada sininho! Kkk

Hum… conheci dois garotos no final de semana… um, infelizmente nem lembro o nome, mas ele foi atrás de mim na casa da minha avó… muito cômico.

O outro chama Arão… passa mal de pai e mãe, como dizem na minha terra.

Hoje está fazendo um ano do “nosso primeiro beijo”…

Ontem ele foi em casa… tadinho…

Quando cheguei a noite, vi que tinha uma ligação dele perdida no celular, liguei de volta ele não atendeu, pensei que era problema na rede, insisti algumas vezes, mas como ele não atendeu, desci para ir na esfiharia cm meu pai.

Escutei meu pai tirar o carro, tranquei o portão, e quem estava lá… me olhando?

Falei que estava tentando ligar, ele disse que não atendeu para fazer surpresa… e eu frustei os planos dele, fiquei triste.

Queria a companhia dele ontem.

Convidamos para sair com a gente, ele ficou morrendo de vergonha e disse que passou pra ficar um pouco, mas que já ia feliz com meu abraço… ai ai… triste, triste!

Combinamos de nos ver amanhã… E aí.. o que acontecerá????

Tchan tchan tchan tchan….

Sei lá… nesse um ano tantas coisas aconteceram.

Períodos de aproximação, outros de distanciamento…

E se eu tivesse o poder de voltar no tempo, será que aconteceria novamente?

Premeditadamente sei que não, afinal nunca pensei nele desta forma, mas… não me arrependo do que já passou.

Eu e ele precisamos conversar… a tão “calculada conversa”… Espero que amanhã tenha boas notícias.

cristhiana_ao    8:08 — Arquivado em: Sem categoria


23/10/08

23/10/08

Sempre achei fútil os blogs das minhas amigas que falavam apenas sobre os garotos.

Aparentemente, para quem não me conhece e por ventura venha a ler essa página, pensará que eu sou mais uma dessas garotas sinônimos de futilidade…

Mas enfim… odeio jargões, embora os use com frequência…

“Tô pagaaaaando”

Não gostou?

Feche a página, vá ler sobre o Barack Obama (se é que assim que se escreve!) ou sobre o segundo turno das eleições que ocorrerá no próximo domingo!

Voltando as coisas vãs… (estou cansada do meu lado intelectual)*…

Há um tempo atrás conheci um garoto no ônibus… é… não tão garoto assim.. nasceu em 77… hum…. 31 anos, bonito, fala pouco, cheiroso, solteiro (pasmei!), estudioso (ontem estava lendo uma biografia sobre um aliado do Hitler!)…

Bem… o conheci voltando da faculdade, também estuda Direito, mas está no último ano e adora o que faz (mais um motivo para admirá-lo!)

Ontem estava quietinha na lotação, quando ele chegou e sentou do meu lado e deu aquele olhar, aquele mesmo, que você pensa em mil coisas ao mesmo tempo…

Falei um discreto “oi”, ele me deu um beijo quase na boca… sinal vermelho pra ele!

Dei uma risadinha sem graça, ele perguntou um cínico “tudo bem”… mas não era tudo bem como se quisesse sabe se eu estava bem, mas um tudo bem pra saber se o beijo quase dado teria sido bem aplicado… ligeiro!

Respondi um tudo bem e já emendei: e vc, tudo bem? Assim não ficariam dúvidas… ele disse que estava bem também!

Falei que fazia tempo que não o via.. o quietinho não tão quietinho assim perguntou se foi tempo suficiente para sentir saudade.

(Um parenteses… Da última vez que nos vimos rolou um climinha engraçado… quase romântico se eu não fosse tão songa-monga!rsrsrs)

Respondi com um sorriso, apenas.

Começamos a conversar sobre o TCC dele, que será sobre a prática de atividades esportivas em penitenciárias, como medida de lazer ou ressocialização… algo assim… perguntei porque ele escolheu esse tema… ele disse que é formado em educação física e decidiu ajuntar os conhecimentos… garoto inteligente!

Perguntei quando ele se formou, e ele abriu a carteira pra ler de quando era a carteirinha da antiga faculdade, aproveitou e me deu um cartão, de quando ele era “Personal Trainer”… dava pra ver que o cartão não era novo.

Perguntei se o telefone ainda era aquele, ele disse que já havia mudado.

O que eu ia fazer com um cartão de personal trainer com telefone desatualizado?

Bem… não sei.

Dei mais uma risadinha e disse… você é o primeiro garoto que eu conheço que me dá o telefone errado sem ao menos eu ter pedido um… ele deu risada, no modo contido dele (parece que é tímido, mas só parece pelo que estou percebendo!), e falou que era pra eu guardar o cartão, ao menos… coloquei na bolsa… vai entender!!

Não discuti para não quebrar o raciocínio subliminar.

Nisso ele olhou e viu uma câmera na lotação, perguntou qual o objetivo de ter uma câmera ali.. eu respondi que era pro motorista ver se alguém está tentando abrir a bolsa de outro, verificar se realmente encheu o transporte naquele dia, procurar algum procurado da justiça ou ver os casais brigando ou namorando…

Ele me olhou seriamente e perguntou: o que você acha de ser observada nessa última hipótese?

Eu não entendi a pergunta (sério mesmo) e respondi: não sei!

Ele deu uma risadinha, daí eu lembrei dos velhos conselhos: quando não entender repergunta!!!

Eu reperguntei e ele respondeu: o que você acha de ser observada namorando agora? Sorri e disse: normal… afinal, curiosos há em todos os lugares!rs Ele olhou dentro dos meus olhos e… eu virei o rosto e fui olhar a janela!

Numa curva, isso já na Vila Galvão, eu fui pegar o livro que estava no colo dele, e unhei a mão do garoto, sem querer.! Sério mesmo! Pedi desculpas e reparei… ele faz a unha… perguntei quem era a garota que fazia a unha dele… desconversou… falou que uma garota do escritório sempre pede pra fazer… sei… Eu fiquei constrangida até… eu não estava com as unhas bonitinhas como a dele. Ele pediu pra ver as minhas unhas… quase morri de vergonha… daí ficou alisando minha mão, fazendo carinho… e eu com medo do que poderia vir….

Quando chegou no Continental, ele pediu uma caneta emprestada, eu emprestei, e pediu o cartão que ele havia me dado, atualizou o telefone e perguntou se eu ligaria.

Eu disse que uma vez, há um bom tempo atrás ele pediu meu telefone, mas nunca me ligou. Ele disse que roubaram o celular e ele perdeu o telefone… não sei se acredito… enfim…

Ele é ligeiro nas respostas… disse que essa é a oportunidade que eu terei de ser superior!rs… eu disse que ligaria qualquer dia, ele falou que ficaria esperando…

Estava chegando o ponto dele, foi se despedir e deu um beijo que quase acertou… ele me disse… gostaria que você ligasse.

Respondi: eu também… ele deu outra risadinha e disse: você não me deu seu número.

Respondi: quer dizer que agora vai depender de mim?

Ele abriu um sorriso lindo e disse: estou aqui… isso só depende de você!

Fiquei com vontade de ligar… Não pelos beijos… mas pela amizade… estou mentindo… fiquei pensando nos beijos sim, mas o conjunto todo me atrai…

Ele é todo pacato, quietão, na dele… lembro que pra estabalecer um diálogo mínimo demorou semanas… e mesmo assim, entre um e outro assunto há várias brechas de silêncio…

Se eu ligar hoje estarei dando mole?

Mas não gosto de faze cu doce… Afff…. pensei nele hoje quando acordei!

Cruel!!!! (estou cansada do meu lado intelectual)*…

Ele embora seja formado primeiramente em educação física, gosta de garotas que saibam falar de livros, política e outros assuntos não tão comuns entre as pessoas ultimamente. Isso me motivou a continuar investido no meu lado culto!rsrs

cristhiana_ao    8:08 — Arquivado em: Sem categoria


22.10.08

Pensamentos Soltos

Ainda vai levar um tempo
Pra fechar o que feriu por dentro…

O Tah voltou a me escrever com frequência.
Mensagens do tipo: bom dia "minha" gatinha… durma bem "minha" linda…
esse pronome possessivo me incomoda!
Depois de 07 mensagens, liguei pra ver se estava tudo bem… e perguntei porque as mensagens só chegam de madrugada.

Ele disse que nem de madrugada me esquece… mereço!?

Como eu sempre digo… devo ter dançando tango na santa ceia… de vestido vermelho… não é possível!

Puts… o cara complicado! Ele quer, ele não quer. Ele aparece do nada. Ele some sem avisar e reaparece… como se tivesse passado apenas um minuto. Isso me deixa "p" da vida!
Parece que ele foi contratado para desestabilizar meus pensamentos. Que meleca!!!

*-*-*-*-

Hum… Quanto ao "grande desestabilizador", nos falamos na segunda, eu liguei pra ele, confesso que era apenas pra escutar a voz, saber se estava tudo bem. Ele não me atendeu na hora, mas depois retornou a ligação "apenas para escutar minha voz"… rsrsrs… ainda vou aprender a lidar com esses sentimentos de menininha!rsrs

Pediu para que eu entrasse no msn quando chegasse da facu, que precisava falar comigo… fiquei até pensativa… Quando cheguei da facu, já tinha até esquecido disso, entrei no msn pra falar com o Denis…rsrs… daí ele tava online, e puxou conversa… conversamos por quase meia hora, assuntos sem sentidos… mas… tudo bem… valeu a pena.

*-*-*-*-

Sem muito pique pra faculdade… estou andando na primeira marcha… cruelll… mas ainda não sairam o resultado das provas feitas recentementes, só de Direito Penal, fiquei com 07… até que não foi tão ruim… mas poderia ter sido melhor… tudo que caiu na prova foi falado em sala de aula e na hora, sabe se lá onde eu estava com a cabeça… talvez no mundo da lua, como citado em um post abaixo!

Estou ficando impaciente até com algumas pessoas de lá… às vezes, como diz minha irmã, dá vontade comprar uma bazuca!!!
Mas paciência é uma virtude… e eu estou disposta a ser virtuosa!

*-*-*-*-

No serviço não está diferente…. um montão de trabalho, auditoria da ISO chegando, amiga de férias, uma outra que trabalha aqui de banco de horas há duas semanas e meiaa, a tiazinha nova em treinamento… tudo muito punk… mas eu sobrevivo… tenho fé!!!

*-*-*-*-

Em casa tudo bem… sem maiores novidades….

*-*-*-*-

Ãããã….

*-*-*-*-

Pensando…..

*-*-*-*-

Meio incoformada com o mundo em que vivo… puts..

prefiro me esconder no "Mundo de Alice", no mundo das fantasias, onde aparentemente não existe nada ruim…

A história da garota que morreu me deixou pas-sa-da!

Morreu de uma forma trágica, ainda por cima descobrem que o pai dela é foragido por morte.
Ele alega que fugiu porque é um arquivo vivo.
Em quem confiar?
E se ele tiver falando a verdade… princípio do contraditório, da auto defesa…
Todo mundo é inocente até que se provem o contrário… quem garante que o contrário está sempre correto?
Que é sempre verdadeiro?
Há tanta sujeira nesse mundo que é difícil acreditar em tudo que se vê.
É tudo tão difícil.
A mídia critica a ação dos policiais.
Mas se de fato tivessem atirado com o maldito Lindemberg, criticariam do mesmo jeito… ou seja, nada é perfeito! Só Deus!

Para eu, como estudante de direito é um pouco complicado me despir dos sentimentos de revolta social e pensar apenas pelo "lado democrático de um Estado de Direito", onde as pessoas são julgadas de acordo com a lei, independente do clamor social.

A Cris normal falaria: dá um tiro na testa do infeliz…

Mas estarei fazendo justiça com as próprias mãos e não agirei de acordo com os padrões cristãos… nessas horas que me questiono sobre a justiça divina… claro… acredito em Deus… mas não entendo, muitas vezes até que ponto Deus permite e a partir de quando nós interferirmos na vida alheia e nos planos de Deus… algo mais ou menos assim, mas não isso necessariamente!

Outra coisa que me tem feito mal, até parei de ler temporariamente, é o livro da Lu: Serial Killers… loucos ou cruéis?

Para tudo… está tudo muito deturpado… só tem louco aqui na Terra????

Como diria a música do Gabriel, o pensador (admiro pacas o trabalho dele)… acho que vou pra Lua, virar astronauta… lá deve estar tudo mais tranquilo! De qualquer forma, queria acreditar que o mundo poderia melhorar… mas quem melhora o mundo são as pessoas.

Daí surge a pergunta: como seria o mundo se só houvessem pessoas como eu???
Seria melhor?
Seria pior?
Relativo demais…

Como diria o salmista…. vamos viver o hoje, basta para cada dia o seu mal!

cristhiana_ao    16:14 — Arquivado em: Sem categoria
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